Os exames de DNA da estudante Maísla Mariano Moura, de 11 anos, morta e esquartejada no último dia 12 de maio, chegou a Natal e deverão ser divulgados nesta terça. O exame dirá se o sangue encontrado na casa do principal acusado, o ambulante Osvaldo Pereira de Aguiar, de 54 anos, realmente são da menina. Osvaldo está preso em Alcaçuz. Nesta segunda, em entrevista ao Diário de Natal, a delegada Adriana Shirley, responsável pelo caso, afirma que a postura do principal suspeito de matar a garota começou a mudar. Ele já admite a possibilidade do laudo atestar a presença de sangue em sua residência, mas continua negando o envolvimento no assassinato. “Osvaldo diz agora que se acharem sangue da menina ou qualquer outro objeto envolvido no crime é porque a prova foi plantada. É uma mudança de postura”, conta.


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